Design

Design é questão de visão.

Ao mesmo tempo em que é cognição, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento, linguagem… Como parte de nossa percepção, é a interface entre o que vemos e o que imaginamos. Como cada pessoa tem seu ponto de vista e as percepções são diferentes, é preciso estimular de uma forma que as atinja e provoque, ainda que, diferentes.

Eu não aprendi design assim. Isso eu soube, depois.
Não nasci com o dom do desenho, nem me formei designer. Descobri, através de percepções próprias, trabalhar bem composições. Isso em 1998 quando me sentei de frente ao Corel Draw pra preencher vaga no setor gráfico numa função a qual possuía pouquíssimo entendimento. A ocasião fez o ladrão. Aliás, o designer.

Do primeiros trabalhos desenhando blocos de recibo, pedido ou fiscal – linhas retas, as vezes curvas e no máximo um preenchimento – até os cartões de visita e folders, fora um pulinho. Conforme a crescente demanda na utilização de imagens em praticamente todo e qualquer serviço – popularização das Offset’s e o surgimento das primeiras impressões digitais-  obriguei-me a dar meus primeiros cliques no Photoshop. De lá pra cá, 15 anos trabalhando no setor, criando identidade visual, logomarcas, papelaria corporativa e tudo o mais.

Já no princípio da profissão, identificava possíveis processos, tanto no atendimento quanto na produção que, poderiam agilizá-los, vindo a colaborar com implementação de atendimento e gestão de equipe em duas das gráficas as quais trabalhei.

Quando chegou a ADSL trazendo internet, explorei o ambiente web e aprendi o design digital através do mesmo processo que todos, dos fundos azuis com links gritantes e gifs saltitantes à atual preocupação com navegabilidade e usabilidade, manuseando HTML, Flash, CSS  e tudo o que veio em seguida como WordPress, Joomla, etc.
Depois, o digital me encantou de outra forma e veio o Marketing, mas isso é outra história.

Você poderá ver alguns de meus trabalhos no Kawek portfólio online:
http://www.kawek.com.br/MarcelGinn