A última palavra é minha…
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julioribeiroAlgum tempo atrás, relendo o ótimo livro de Julio Ribeiro (Agência Talent) intitulado “Fazer Acontecer – Algumas coisas que aprendi em propaganda investindo 1 bilhão de dólares de grandes empresas” (1ª edição) me deparei novamente com o texto “O Branca de Neve” que aborda o assunto sobre a visão e o modo como alguns gestores tornam-se (ainda hoje, pois, o original, é de 1994!) escravos da própria competência.

O texto em si retrata situações vividas por Julio, ao se deparar com presidentes de grandes corporações os quais sempre davam a última palavra em qualquer decisão importante do grupo. O que muitas vezes acarretava em atrasos, insatisfações por parte da equipe, gerentes ou fornecedores, fazendo com que a empresa fosse mal por causa dessa postura concentradora. Claro, as coisas estão mudando rapidamente mas ainda encontramos alguns gestores ‘Branca de Neve’.

Um dos grandes problemas, por exemplo, quando da apresentação de um plano de Marketing Digital, voltado a posicionamento e relacionamento de marca nas Mídias Sociais é a indiferença, desconfiança e a falta de credibilidade as quais encontramos em algumas diretorias- principalmente boomers  com uma visão ainda superficial de sua importância. Não estão atentos para a necessidade de seus clientes e prospects, que querem relacionar-se com a marca mas não encontram os meios, que a própria empresa deveria fornecer através destes canais digitais.

Ainda há resistência por parte de algumas destas em fazer parte de mídias sociais, seja por não compreenderem sua mecânica, por não possuir internamente um profissional qualificado que monitore e transforme informação em estratégia, por achar um risco desnecessário para a marca, etc. Muitas vezes não importa sequer a apresentação de dados estatísticos sobre o crescimento dessas plataformas, dos resultados obtidos por outras marcas, do alcance de outras campanhas, ou do simples apelo da equipe interna, o diretor simplesmente não compreende, não confia e não compra a ideia por melhor ou mais simples que ela seja.

Em alguns desses casos por quais já passei – representando a In-Pressão Criativa – tomei a liberdade de deixar junto com meu cartão e folder uma edição da Revista WIDE como brinde, além de ter indicado outras leituras: Revista InfoA Bíblia do Marketing Digital de Claudio Torres, o livro Blogs Corporativos de Carolina F. Terra8 P’s do Marketing Digital do Conrado Adolpho,  etc.
Na maioria desses casos houve um retorno posterior dos clientes…

Sabemos que a palavra de quem vende um produto/serviço tem menor peso do que a de quem o avalia e, devido a isso, minha abordagem tem sido mais voltada a apresentar as mídias sociais, as possibilidades de um relacionamento direto com o público alvo e todos os benefícios possíveis através desse relacionamento, do que explicar quais são nossos serviços. Se conseguirmos transmitir todo o entusiasmo (que realmente temos!) sobre essa interação dentro dessas mídias, verdadeiramente acredito que não há quem não se convença de sua importância para as marcas.

Passa a ser nosso dever, enquanto profissionais da área, fazer com que o cliente seja envolvido e passe a enxergar, não só o potencial de negócios através de resultados que são mensuráveis, mas principalmente as vantagens de um relacionamento a longo prazo com seus prospects. Fazer com que ele sinta vontade de entrar nessa ‘roda de conversa’ e interagir com os demais, criando um valor emocional com a marca.

Dê uma boa olhada nesses números:

1 em cada 13 pessoas
do planeta acessa o Facebook

48% dos usuários entre 18 e 34 anos
fazem login assim que acordam

57% conversam mais com os
amigos online do que pessoalmente

4 bilhões de mensagens
são trocadas em um único dia

Fonte: Revista INFO – Fevereiro 2011

O Brasil ocupa a terceira posição em quantidade
de usuários ativos na internet, 52,5 milhões

É o primeiro colocado quando considerado o
tempo de acesso de cada internauta, 43 horas e 57 minutos

Fonte: IBOPE – Fevereiro 2013

Written by MarcelGinn®

Não sou chegado de Dalton Trevisan, nem fiz poesia com Leminski, o que não me torna menos vampiro de Curitiba.

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